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Família se pronuncia após indagações sobre a morte do “Sicário”

Em Belo Horizonte, a família de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, denominado “Sicário” e que teria uma função próxima ao banqueiro Daniel Vorcaro, se pronunciou no dia 13 de abril em resposta a recentes notícias que levantaram dúvidas sobre sua morte. O advogado da família, Vicente Salgueiro, fez uma declaração para esclarecer os fatos e desmentir boatos sobre a suposta sobrevivência de Mourão.

Nome: Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão
Data de Falecimento: 6 de março de 2026
Sepultamento: 8 de março de 2026, no Cemitério do Bonfim, sem placa
Investigação: Polícia Federal e STF ainda não liberaram acesso à família
Informações na Certidão de Óbito: Causa de morte: “aguardando exames”

Morte e Clarificações Necessárias

A família de Mourão reiterou que ele faleceu em 6 de março de 2026, conforme atestado médico do Hospital João XXIII, onde seu corpo foi velado e enterrado dois dias depois em uma cerimônia restrita a familiares e amigos. Entretanto, a Prefeitura de Belo Horizonte registrou a data do sepultamento de forma incorreta, gerando confusão. Um erro no sistema de registro de sepultamentos indicou que ele foi sepultado em 8 de fevereiro de 2026, muito antes da data oficial de sua morte.

A certidão de óbito também carece de informações, uma vez que não menciona a causa do falecimento, apenas que a razão está “aguardando exames”. Em meio às investigações, a família aguarda o resultado do exame pericial que pode esclarecer as circunstâncias da morte.

Investigação e Acesso Negado

Até o momento, a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal não permitiram que a família ou a defesa de Mourão tivesse acesso às imagens de segurança e outros documentos relacionados ao inquérito. O Instituto Médico Legal de Minas Gerais também não disponibilizou uma conclusão oficial sobre a causa do falecimento, o que tem gerado frustração entre os familiares.

A defesa de Mourão enfatiza a necessidade de esclarecimentos sobre os eventos que ocorreram na sede da Polícia Federal que levaram seu encaminhamento ao hospital em 4 de março de 2026. Eles esperam que os resultados das investigações forneçam clareza quanto à morte de Luiz Phillipi.

Reação da Família e Termos Utilizados

O advogado também comentou sobre a utilização do termo “Sicário” para se referir a Mourão, alegando que isso implica um nível de envolvimento em atividades violentas que a família nega categoricamente. O advogado aponta que essa designação foi utilizada por autoridades como um indicativo da natureza das atividades de Mourão, sem que haja evidências concretas que sustentem essa associação.

A família declara que Luiz Phillipi era uma pessoa bem relacionada, cercada por amigos e sem histórico de comportamentos autolesivos ou depressivos, refutando assim a conotação negativa dada ao termo que o caracteriza.

A situação em torno da morte de Luiz Phillipi Mourão é complexa e envolve questões jurídicas e sociais que provocam um amplo debate. A falta de transparência nas investigações levanta preocupações sobre a responsabilização e o esclarecimento da verdade.

Para mais informações e detalhes completos sobre esta notícia, acesse a matéria original publicada por Metrópoles.

Marcelo

Marcelo é o editor responsável pelo Guia do Cidadão, atuando na produção e revisão de conteúdos informativos sobre notícias, atualidades e temas de interesse público. Seu foco é garantir clareza, organização das informações e responsabilidade editorial, mantendo o caráter exclusivamente informativo do site.
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