Solicitação de Marco Buzzi ao STF para Anular Prova

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, enfrenta uma situação delicada após sua defesa protocolar um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) visando anular depoimentos e suspender uma sindicância interna relacionada a acusações de importunação sexual. A questão ganhou destaque quando os advogados sustentaram que as provas testemunhais foram obtidas sem a presença de sua defesa legal.
| Assunto | Detalhes |
| Ministro | Marco Buzzi |
| Acusações | Importunação sexual |
| Data do Afastamento | 10 de fevereiro de 2026 |
| Sindicância Recomendada | Após relatório da Comissão do STJ |
| Atual Status | Em tratamento médico, afastado das funções |
Contexto da Investigação
O processo contra Buzzi começou com a abertura de uma sindicância interna no STJ, recomendada pela própria Comissão do Tribunal, que enviou um relatório aos demais ministros. Este movimento gerou a necessidade de um afastamento cautelar, solicitado oficialmente pelo ministro em função de sua saúde.
Argumentos da Defesa
A defesa de Marco Buzzi questionou a legalidade das provas produzidas, alegando que as testemunhas foram convocadas sem a presença dos advogados do ministro, o que, segundo eles, compromete a equidade do processo. O ministro Nunes Marques, responsável por relatar o caso, refutou o pedido cautelar, argumentando que a sindicância não permite contraditório nem ampla defesa nesta fase inicial.
Desdobramentos e Situação Atual
Buzzi, que se afastou devido a questões de saúde, apresentou um laudo médico e, desde então, não pode exercer suas funções, incluindo o uso de prerrogativas como gabinete e veículos oficiais. As acusações envolvem um incidente que teria ocorrido em Balneário Camboriú, no início de janeiro deste ano, e há indícios de uma nova alegação vindo de outra possível vitima. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está mantendo a confidencialidade do caso em respeito à integridade das partes envolvidas.
Nota da Defesa
A defesa de Marco Buzzi expressou preocupação com a cobertura midiática e possíveis vazamentos que poderiam prejudicar o direito à defesa do ministro. Afirmam que não existem provas concretas para sustentar as alegações feitas até agora e alertam sobre a origem de algumas acusações, que estariam atreladas a interesses específicos em decisões do STJ.
Próximos Passos
Uma reunião está agendada para que o pleno do STJ delibere sobre o andamento das investigações, sendo que esta ocorrerá em formato fechado, sem acesso ao público ou à imprensa.
Para mais informações e detalhes completos sobre esta notícia, acesse a matéria original publicada por Poder360 .




